sábado, 31 de julho de 2010

Drogas: Fonte de Prazer ou Sofrimento?

Texto de: F. Altamir da Cunha
Um dos temas mais interessantes da atualidade é, sem sombra de dúvida, aquele que se relaciona com uso de drogas. Estudar e avaliar seus efeitos nas esferas biopsíquica, social e espiritual, constitui-se ação impostergável. É bastante fazermos uma retrospectiva na história da humanidade, para constatarmos, que o uso de drogas não é um problema de agora. Na bíblia é relatada a história de uma das primeiras vítimas: "E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha. Bebeu do vinho e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda" (Gênesis 9, 20-21). Nas civilizações antigas mascavam-se determinadas folhas, para se obter energia e disposição, a fim de vencer as intempéries e os perigos. Na Índia e no Egito eram conhecidos os efeitos das drogas para provocar a liberação parcial do espírito (desdobramento); através desse fenômeno comunicavam-se com os desencarnados, os quais eram interpretados como deuses. Cristóvão Colombo, quando esteve nas Américas, fez menção a respeito dos índios, habitantes daquelas terras que, através de um canudo de determinada planta, inalavam uma substância, que os tornava excitados. Portanto, registros sobre o uso e conhecimento dos efeitos das drogas, sempre estiveram presentes na história da humanidade. Na atualidade, no entanto, os reflexos nocivos do uso abusivo de drogas alcançaram vários setores da sociedade, onerando as finanças públicas, desestruturando famílias, causando sofrimento e morte. Ante as repetidas notícias, através da mídia, destacando a insensibilidade dos traficantes e o sofrimento dos escravos do vício, os demais cidadãos angustiados questionam: Até quando?... Todo sofrimento tem um termo, mas somente acontecerá quando forem eliminadas as suas causas. Existem traficantes porque existem pessoas imaturas que, acovardadas ante os desafios da vida ou movidas por curiosidade, iniciam-se no uso de substâncias de efeito tóxico e delas tornam-se escravas. Não acreditam nas possibilidades que lhe são inerentes e que seriam suficientes para torná-las vencedoras. Quanto à legalidade, existem as drogas lícitas e as ilícitas. Entre as consideradas legais ou licitas, nós poderíamos incluir o cigarro e as bebidas alcoólicas. O cigarro, que há tempo faz parte do dia-a-dia de uma considerável parcela da população, gera dependência, causando a médio e longo prazo, problemas cardiovasculares e vários tipos de cânceres. Os alcoólicos, que conquistam cada vez mais consumidores jovens, têm sido uma das causa principais da violência urbana e dos acidentes de trânsito. O alcoolismo, hoje considerado um problema de saúde, é responsável por uma grande parcela de ocupação dos leitos hospitalares, faltas no ambiente de trabalho, desestrutura familiar, cirrose hepática, câncer e perda da memória. Lembramos de um dos melhores professores de matemática que tivemos no curso ginasial (primeiro grau). Destacava-se, na época, pela sua rapidez de raciocínio e competência profissional. Era consumidor de alcoólicos; perdeu o controle e tornou-se alcoólatra. Anos depois o encontramos; ele nos apresentou um problema de matemática de nível ginasial para que resolvêssemos, pois não conseguira resolver. Ao lermos o problema constatamos ser um dos mais elementares. O álcool havia prejudicado sua memória, incapacitando-o para o exercício profissional. Mas não ficou restrito à memória os danos causados pelo álcool; alguns anos depois, com pouco mais de 40 anos, retornava ao plano espiritual, vítima de cirrose hepática. Após essa exposição superficial, a respeito das drogas lícitas, não podemos deixar passar a oportunidade de tecermos também algumas considerações sobre as drogas alucinógenas ou ilícitas. Estas têm conseqüências mais devastadoras, não apenas pelo seu efeito nocivo na saúde do consumidor, mas também, pela ganância dos traficantes, em luta pelo domínio de áreas de venda. O mundo tem passado por uma vertiginosa transformação, exigindo de todos, adequações psicológicas e espirituais. Mas é justamente o que não tem acontecido; alguns espíritos imaturos, na sua maioria oriundos de lares desestruturados, sentem-se como peixe fora da água; buscam através das drogas amortecer as angústias que os atormentam. Fogem momentaneamente da realidade, por força do efeito alucinógeno; porém, quando cessa esse efeito, sentem-se mais angustiados, necessitando de repetidas doses que os conduzem inexoravelmente à dependência e à autodestruição; destruição física, destruição moral, destruição de sonhos e da dignidade, porque o usuário torna-se escravo do vício. Os efeitos das drogas não se restringem apenas ao corpo físico; a sua ação vigorosa, complementada por astúcia de espíritos perversos, desagrega a personalidade, liberando dos arquivos do subconsciente imagens de dramas vividos em encarnações anteriores. Atingido esse estágio, que na maioria das vezes torna-se irreversível, vem, a seguir, a loucura ou a morte. Ante o exposto, que representa o drama vivido pelo dependente de drogas enquanto encarnado, é oportuno lembrarmos, que ele não termina com a morte. As desarmonias causadas na tessitura perispiritual e a dependência (necessidade da droga) lhe causarão muitos transtornos, até que se reabilite com as leis da vida, o que se dará através de outras oportunidades reencarnatórias. Portanto não encontramos motivos para interpretar que o uso de drogas proporcione prazer, quando na realidade é fonte de sofrimento e destruição.

Obra consultada: As drogas e suas conseqüências – Editora Espírita Cristã Fonte Viva. Autores: Celso Martins, José Alberto Pastana, Luiz Carlos Formiga, Oswaldo Moraes de Andrade, Roberto Silveira.
Créditos: Luz Espírita

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Como é a Vida depois da Morte? (Nosso Lar)


Todo mundo gostaria de saber como é a vida depois da morte. Muita gente se lamenta dizendo que se realmente existisse vida depois da morte alguém já teria conseguido alguma forma de voltar e contar como são as coisas lá do outro lado.
Nem todo mundo sabe que isso já aconteceu. Não uma, mas várias vezes. Existem vários livros que foram escritos por pessoas que já morreram com a ajuda de pessoas que conseguem se comunicar com os mortos. É o caso do Chico Xavier que escreveu mais de 400 livros ditados por espíritos.
Um dos mais conhecidos e o melhor para quem gostaria de saber como é o outro lado se chama “NOSSO LAR”. O livro NOSSO LAR foi escrito pelo espírito André Luiz através do médium Chico Xavier. Nele você saberá como é o UMBRAL, nome do local de passagem temporária de espíritos que ainda estão muito ligados à matéria, e como é a cidade NOSSO LAR, que é um entre inúmeras cidades de passagem transitórias dos espíritos desencarnados. Os moradores desta cidade tem como principal missão ajudar espíritos que se encontram no Umbral. Funciona também como uma cidade para tratamento, estudo e aperfeiçoamento de espíritos que irão reencarnar.
Você pode baixar o livro NOSSO LAR em formato PDF aqui

NOTA: Para efetivar o download na página de PDF que irá abrir, basta clicar num símbolo de um "disquete" no canto superior esquerdo da tela.
Seria legal nossos leitores conhecerem o livro antes da estréia do filme "Nosso Lar" que acontecerá em Setembro de 2010. O filme conta com efeitos especiais nunca visto antes no cinema brasileiro, com certeza uma grande ferramenta de divulgação e propaganda espírita!
Para assistir o trailer na melhor qualidade, oficial e saber mais sobre o filme clique com total segurança no link abaixo:
http://www.nossolarofilme.com.br/

terça-feira, 27 de julho de 2010

Ilusões


Estuda com sinceridade as lições espíritas para te libertares da ignorância espiritual. Elas te facultarão largo raciocínio e invejável campo de liberdade interior.
Cada espírito é o que aprendeu, o que realizou, quanto conquistou. Mantém-te em respeitável conduta, em ação enobrecida e eles, os Espíritos bons e simpáticos ao teu esforço virão em teu auxílio, envolvendo-te em inspiração segura e amparo eficaz.
Rompe com a ilusão.
Evolui e conquista para seres livre.
Jesus cultivou a prece e meditação.
Acende a luz legitima da verdade no coração. Sê leal sem afetação, franco sem rudeza e nobre sem leviandades. Os desencarnados te conhecem e os homens te conhecerão hoje ou mais tarde, não valendo o esforço de iludir-se ou iludi-los.

Joana de Ângelis
Livro: Florações Evangélicas
Psicografia de Divaldo Franco

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Fé - Emmanuel

"Mas os cuidados deste mundo, os enganos das riquezas e as ambições doutras coisas, entrando, sufocam a palavra, que fica infrutífera." Jesus (Marcos, 4:18)

A árvore da fé viva não cresce no coração, miraculosamente.
Qual acontece na vida comum, o criador dá tudo, mas não prescinde do esforço da criatura.
Qualquer planta útil reclama atenção no desenvolvimento.
A conquista da fé edificante não é serviço de menor esforço.
A maioria das pessoas admite que a fé constitua milagrosa aureola doada a alguns espíritos privilegiados pelo favor divino.
Isso, porém, é um equívoco de lamentáveis consequências.
A lição do evangelho, é semente viva.
O coração humano é receptivo, tanto quanto a terra.
É imprescindível tratar á planta divina com desvelada ternura e instinto enérgico de defesa.
Ninguém pode, em sã consciência transferir, de modo integral, a vibração da fé ao espírito alheio, porque, realmente, isso é tarefa que compete a cada um.

EMMANUEL
Livro: Vinha de Luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Qual a visão do Espiritismo sobre os "Fantasmas"?


A Academia assim define esta palavra: "Diz-se dos Espírito que se supõe retornarem do outro mundo." Ela não diz que retomam; não há senão os Espíritas que possam ser bastante loucos para ousar afirmar semelhantes coisas. Qualquer que ela seja, pode-se dizer que a crença nos fantasmas é universal; ela está evidentemente fundada sobre a intuição da existência dos Espíritos, e a possibilidade de comunicar-se com eles; a esse título, todo Espírito que manifesta a sua presença, seja pela escrita de um médium, seja simplesmente batendo sobre uma mesa, seria um fantasma; reserva-se, porém, geralmente, esse nome, quase sepulcral, para aqueles que se tornam visíveis e que se o supõe, como disse com razão a Academia, virem em circunstâncias mais dramáticas. São contos de velhas? O fato em si mesmo, não; os acessórios? sim. Sabe-se que os Espíritos podem se manifestar à visão, mesmo sob uma forma tangível, eis o que é real; mas o que é fantástico são os acessórios, do qual o medo, que tudo exagera, acompanha ordinariamente esse fenômeno muito simples em si mesmo, que se explica por uma lei toda natural, e não tem, por conseguinte, nada de maravilhoso, nem de diabólico. Por que, pois, se tem medo dos fantasmas? Precisamente por causa desses mesmos acessórios que a imaginação se compraz em tornar assustadores, porque ela se assustou e que ela acreditou ver o que não viu. Em geral, são representados sob um aspecto lúgubre, vindo de preferência à noite, e sobretudo nas noites mais sombrias, em horas fatais, em lugares sinistros, cobertos de lençóis ou bizarramente vestidos. O Espiritismo nos ensina, ao contrário, que os Espíritos podem se mostrarem todos os lugares, a toda hora, de dia tão bem quanto à noite; que o fazem, em geral, sob a aparência que tinham quando vivos, e que só a imaginação cria fantasmas; que aqueles que o fazem, longe de ser temíveis, são, o mais freqüentemente, parentes ou amigos que vêm a nós por afeição, ou Espíritos infelizes que podem ser assistidos; algumas vezes, são farsantes do mundo Espírita que se divertem às nossas custas e se riem do medo que causam; concebe-se que, com estes, o melhor meio é rir deles e provar-lhes que não se tem medo; de resto, limitam-se, quase sempre, a fazerem barulho e raramente se tornam visíveis. Infeliz daquele que toma a coisa a sério, porque então redobram as suas travessuras; tanto valeria exorcizar um moleque de Paris. Mas supondo-se mesmo que seja um mau Espírito, que mal poderia ele fazer, e não se teria cem vezes mais a temer de um bandido vivo que de um bandido morto e tornado Espírito! Aliás, sabemos que estamos constantemente cercados de Espíritos, que não diferem daqueles que se chamam fantasmas senão porque não são vistos.
Os adversários do Espiritismo não faltarão de acusá-lo acreditar numa crença supersticiosa; mas o fato das manifestações visíveis, estando averiguado, explicado pela teoria, e confirmado por numerosos testemunhos, não se pode fazer que ele não seja, e todas as negações não impedirão de se produzirem, porque há poucas pessoas que, consultando as suas lembranças, não se lembre de algum fato dessa natureza que não podem revogar em dúvida. Vale, pois, bem mais que se esteja esclarecido sobre o que há de verdadeiro ou de falso, de possível ou de impossível nos relatos nesse gênero; é em se explicando uma coisa, raciocinando-a, que se premune contra um medo pueril. Conhecemos bom número de pessoas que tinham um grande medo dos fantasmas; hoje que, graças ao Espiritismo, elas sabem o que eles são, seu grande desejo seria vê-los. Conhecemos outros que tiveram visões com as quais muito se amedrontaram; agora que compreendem, com isso não são de nenhum modo tocados. Conhecem-se os perigos do mal do medo para os cérebros fracos; ora, um dos resultados do conhecimento do Espiritismo esclarecido é precisamente o de curar esse mal, e aí não está um dos seus menores benefícios.

domingo, 18 de julho de 2010

Os animais possuem Espírito?

Os animais possuem um principio de inteligente independente da matéria e que sobrevive com a morte do corpo. (Livro dos Espíritos 597). Há entre a alma dos animais e a do homem tanta distância quanto há entre a alma do homem e Deus. Uma enorme diferença entre animais e homens é que o espírito humano tem o livre-arbítrio. Uma vez fora do corpo o espírito do animal não age de acordo com sua livre vontade como ocorre com os homens por lhe faltar esta faculdade, mas o mesmo possui sua individualidade. O espírito do animal é classificado após sua morte pelos Espíritos a quem compete essa tarefa e quase imediatamente utilizado em uma nova existência a nimal; não há tempo de se colocar em relação com outras criaturas.
Da mesma forma que os homens os animais seguem a lei do progresso, por isso, nos mundos superiores, onde os homens são mais avançados, os animais também o são, tendo meios de comunicação mais desenvolvidos; mas são sempre inferiores e submissos ao homem, são para ele servidores inteligentes.
Os animais progridem não pela ação de sua vontade mas pela força das coisas; é por isso que para eles não há expiação como ocorre entre os homens.
O princípio inteligente que constitui a espécie particular de alma vem do elemento inteligente universal. A inteligência do homem e a dos animais vêm de um princípio único. Mas no homem ela recebeu uma elaboração que o eleva acima do animal. O homem é, de fato, um ser à parte, uma vez que tem faculdades que o distinguem de todos os outros e tem outra destinação. A espécie humana é a que Deus escolheu para a encarnação dos seres que podem conhecê-lo.
Para saber mais sobre o assunto leia "Os Animais e os Homens" clicando aqui!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Jesus Contigo


Dedica uma das sete noites da semana ao Culto Evangélico no Lar, a fim de quem Jesus possa pernoitar em tua casa. Prepara a mesa, coloca água pura, abre o Evangelho, distende a mensagem de fé, enlaça a família e ora. Jesus virá em visita. Jesus no Lar é vida para o Lar. Quando uma família ora em casa, toda a rua recebe benefício da comunhão com o alto. Não te afastes da linha direcional do Evangelho entre os teus familiares. Não demandes a rua, nessa noite, senão para os inevitáveis deveres que não possas adiar. Demora-te no Lar para que o Divino Hóspede aí também se possa demorar. E quando as luzes se apagarem á hora do repouso, ora mais uma vez, a fim comungando Ele, como Ele procura fazer, a fim de que, ligado a ti, possas, em casa uma vez por semana em sete noites ter Jesus contigo.

Joana de Angelis
Livro: SOS Família
Psicografia: Divaldo Franco
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