quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Crises


"O momento é de prova?
Ergue-te e aceita a vida.

Não te queixes, trabalha.
Nem te desculpes, ora.

O serviço no bem
É paz no esquecimento.

Ante as crises que encontres,
Faze o melhor que possas.

Nas árvores podadas,
Deus multiplica os frutos.

Ama, serve e não temas,
Deus agirá por ti."

EMMANUEL
Livro: Assim Vencerás (Editora IDEAL)
Psicografado por Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Você conhece a Psicopictografia?

A psicopictografia, popularmente referida como pintura mediúnica, é uma manifestação
mediúnica pela qual um espírito, através de um médium, se expressa por meio de pinturas ou desenhos.
Allan Kardec (1861, item 190) define médiuns pintores ou desenhistas, como sendo aqueles que pintam ou desenham sob a influência dos Espíritos.

No Brasil, entre os diversos médiuns que se destacam nessa
área em particular, citam-se os nomes de Luiz Antonio Gasparetto, José Medrado, Marilusa Moreira Vasconcelos e Florencio Anton, entre outros.

Um caso que vem chamando a atenção na internet é de uma garota chamada Akiane Kramarik, que é uma artista autodidata em pintura e poetisa. Ela nasceu em 1994 em Mount Morris, EUA. Filha de um ex-chefe de cozinha e de uma dona de casa.

Segundo a Akiane, durante a noite quando dormia, passou por uma experiência fora do corpo (projeção da consciência) onde um espírito a visitou e levou para conhecer um mundo cheio de cores, ele falou sobre o dom dela e disse que ela deveria aprender a usá-lo. Após esta experiência Akiane começou a desenhar aos quatro anos de idade, pintar aos seis e compor poesias aos sete anos. Aos doze anos ela fala russo, lituano, e a linguagem dos sinais. Ela também vem se destacando em suas aulas de música.

Akiane diz que sua arte é inspirada nas visões do "Paraíso", bem como em sua ligação com o "Criador". Sua arte inclui paisagens, vida selvagem, pessoas...

Há oito anos atrás, com apenas oito anos de idade, Akiane se trancou no quarto e pediu pra Deus mostrar como era Jesus, na manhã seguinte um homem bateu na porta da casa dela dizendo que era carpinteiro e disse que seria o modelo para o quadro dela. As pinturas de Jesus que Akiane pintou são muito semelhantes ao rosto em 3D que os cientistas recriaram em 2010 baseado no Sudário (3:33). Para obter uma visão tridimensional do rosto no manto, estes cientistas empregaram a mais avançada tecnologia 3D e recursos da computação gráfica revelando características jamais vistas.


Obs.: As primeiras fotos deste vídeo que mostram algumas pinturas de cidades espirituais feitas por ela,(7:07) lembram a colônia "Nosso Lar", tanto a arquitetura das construções quanto o muro da cidade. Akiane não conhece o livro "Nosso Lar" psicografado em 1940 por Chico Xavier e nem assistiu o filme pois quando ela pintou os quadros o filme nem existia.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A Visão Espírita dos Sonhos

De: Luis Carlos D. Formiga

O Sonho é uma interrogação para muitas pessoas. No livro de Carlos Bernardo Loureiro - “A Visão Espírita do Sono e dos Sonhos”, Casa Editora O Clarim. Matão, SP. 144 páginas, vamos encontrar muitas respostas.
É possível determinar relações precisas entre essas percepções e os aspectos da realidade ordinária? Como analisar esse psiquismo noturno?
Erick Fromm afirma que “o inconsciente só o é em relação ao estado normal de atividade”, “são simplesmente estados mentais diversos, que se referem às modalidades existenciais diferentes.” Assim, podemos admitir que a mente consciente constitui apenas parte do psiquismo total. Existe uma vida psíquica chamada de “inconsciência”. Esta atividade psíquica é o principal protagonista quando o sono retira a outra de cena. Na realidade o inconsciente acha-se representado naquela fração do sonho que se registra na memória consciente.
O que se deve pensar das significações atribuídas aos sonhos?
Os sonhos não são verdadeiros como o entendem os ledores de buena-dicha, pois fora absurdo crer-se que sonhar com tal coisa anuncia tal outra. São verdadeiros no sentido de que apresentam imagens que para o Espírito têm realidade, porém que, freqüentemente, nenhuma relação guardam com o que se passa na vida corporal. São também um pressentimento do futuro, permitido por Deus, ou a visão do que no momento ocorre em outro lugar a que a alma se transporta. Não se contam por muitos os casos de pessoas que em sonho aparecem a seus parentes e amigos, a fim de avisá-los do que a elas está acontecendo? Que são essas aparições senão as almas ou Espíritos de tais pessoas a se comunicarem com entes caros? Quando tendes certeza de que o que vistes realmente se deu, não fica provado que a imaginação nenhuma parte tomou na ocorrência, sobretudo se o que observastes não vos passava pela mente quando em vigília?” (Livro dos Espíritos, questão 404.)
A alma é um ser pensante que permanece ativo durante o sono? Existem provas materiais da atividade da alma durante o sono?
Durante o sono, a alma repousa como o corpo?
“Não, o Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos.” (Livro dos Espíritos questão 401.)
A enciclopédica de Diderot (Denis, 1713-1784), no verbete “Sonambulismo”, relata a história de um jovem sacerdote que se levantava à noite, dirigia-se ao seu escritório e escrevia longos sermões e retornava ao leito. Existem relatos da resolução de problemas matemáticos que não eram resolvidos quando os indivíduos estavam acordados.
Existe uma memória latente? Os sonhos trazem à tona lembranças julgadas esquecidas para sempre?
Seis meses depois o indivíduo sonha com o local em que perdera o canivete. Ao despertar procura e acha o objeto (F.H. Myers, La Concience Subliminale, Annales Phychiques).
Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?
“Pelos sonhos. Quando o corpo repousa, acredita-o, tem o Espírito mais faculdades do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o futuro. Adquire maior potencialidade e pode pôr-se em comunicação com os demais Espíritos, quer deste mundo, quer do outro...” (Livro dos Espíritos, questão 402.)
Richet (Prêmio Nobel de Medicina) descreve a memória fotográfica de sonambulos. A eclosão desses registros mnêmonicos subconscientes não deve ser confundida como a intervenção de seres espirituais. Trata-se de fragmentos da vida que são exumados naturalmente ou por estímulos especiais, das profundezas do ser (Pierre Janet).
Pode-se provocar sonhos por hipnose e induzir uma pessoa a sonhar com outra?
Sim, responde o Dr. Sherenk-Notzing (Munique-Alemanha) após experiência hipnótica com a sensitiva (clarividente) Lina. Seus resultados são muito importantes para a discussão do homem como um ser de natureza bio-psico-socio-espiritual. O pesquisador deu a sensitiva a ordem pós-hipnótica de sonhar, na noite seguinte, com uma determinada pessoa, não esquecer o sonho e contá-lo no dia imediato. Pela manhã, ao acordar, e em presença dos pesquisadores, contou o que aconteceu durante a noite. A hipótese de uma transmissão, através do pensamento de um dos pesquisadores auxiliares, era inviável por vários motivos, até porque uma visita casual de uma amiga do Sr. F.L., foi relatada pela clarividente e identificada, posteriormente, com base na descrição da sensitiva.

Pode o homem, pela sua vontade, provocar as visitas espíritas? Pode, por exemplo, dizer, quando está para dormir: Quero esta noite encontrar-me em Espírito com Fulano, quero falar-lhe para dizer isto?
“O que se dá é o seguinte: Adormecendo o homem, seu Espírito desperta e, muitas vezes, nada disposto se mostra a fazer o que o homem resolvera, porque a vida deste pouco interessa ao seu Espírito, uma vez desprendido da matéria. Isto com relação a homens já bastante elevados espiritualmente. Os outros passam de modo muito diverso a fase espiritual de sua existência terrena. Entregam-se às paixões que os escravizaram, ou se mantêm inativos. Pode, pois, suceder, tais sejam os motivos que a isso o induzem, que o Espírito vá visitar aqueles com quem deseja encontrar-se. Mas, não constitui razão, para que semelhante coisa se verifique, o simples fato de ele o querer quando desperto.” (Livro dos Espíritos, questão 416.)
Podem duas pessoas que se conhecem visitar-se durante o sono?
“Certo e muitos que julgam não se conhecerem costumam reunir-se e falar-se. Podes ter, sem que o suspeites, amigos em outro país. É tão habitual o fato de irdes encontrar-vos, durante o sono, com amigos e parentes, com os que conheceis e que vos podem ser úteis, que quase todas as noites fazeis essas visitas.” (Livro dos Espíritos, questão 414.)
O hanseniano Jésus Gonçalves, descrente, era um materialista e dizia não acreditar em nada disso. É autor de “Falta", onde diz assim: Onde andará um “não sei quê”, um Bem, em cuja busca sou judeu errante? Por onde eu passo, já passou também... E quando chego já partiu há instante... Não sei se está na vida, ou mais adiante, dentro da morte, nas mansões do Além... Se está no amor... se está na fé, perante os dois altares que esta vida tem. Mas, se esta vida é um sonho, a morte o nada; o amor um pesadelo; a fé receio; por que manter-se em luta desvairada? No entanto, eu sigo... acovardado, triste... a procurar em tudo em que não creio, a coisa que me falta e não existe!
Sob o ponto de vista biomédico podemos perceber que uma pessoa está sonhando por estranhos movimentos oculares produzidos em certa etapa do sonho. O período REM (rapid eye movements) é “paradoxal” porque no ápice do relaxamento vamos encontrar uma atividade intensa de numerosas estruturas cerebrais, com variação da freqüência das ondas cerebrais e traçado próximo ao do estado de vigília. Há nessa fase anulação do olfato e paladar, mas as células nervosas enviam estímulos ao ouvido, aos olhos e ao sentido do equilíbrio. Quando acordadas neste período as pessoas eram capazes de contar um sonho.
Como interpretar o sonho que tivemos com um ente querido já desencarnado? A tarefa não é muito fácil porque estamos mergulhados numa matéria muito densa. No entanto, o espírito André Luiz (médico desencarnado) nos oferece um exemplo muito bom e que é encontrado no “Os Mensageiros” (FEB) capítulo 38, quando ela sonha com a avó desencarnada e faz a interpretação da mensagem recebida.
Outro médico (psiquiatra ainda encarnado) mostra a importância dos sonhos para o diagnóstico da melancolia involutiva, destacando-a como uma síndrome com características próprias dentre as doenças conceituadas como depressão maior. Sua conclusão, nos Arquivos Brasileiros de Medicina, 71(3): 111-114, 1997, se baseia na análise de 118 casos.
Uma pessoa que dorme pode ter consciência de que está sonhando?
Sim, responde o psiquiatra holandês Dr.Frederick Willem van Eeden, que teve a confirmação feita peloDr Stephan Laberge, na Universidade de Stanford(EUA). A mesma resposta era dada por Santo Agostinho e São Tomás de Aquino (sonhos lúcidos).
Podemos estender o conceito de sonho a todos os estados alterados de consciência dos quais o psiquismo profundo tende a subir em primeiro plano, até subjugar o EU da superfície?
Podemos participar de mensagens oníricas diurnas? Podemos sonhar acordados?
Esta dimensão diurna do sonho é um convite à pesquisa.

Dr. M. Kleitmam da Universidade de Chicago (“Sleep and Wakefulness”) demonstrou que, também de dia, a atenção consciente se afrouxa em períodos, de acordo com o ritmo que corresponde perfeitamente ao alternar noturno do sono profundo ao leve.
O estado de plena “vigilância consciente” não dura mais do que um minuto ou dois por hora, o que é uma condição indispensável para uma certa eficiência criadora do intelecto, conforme F. Myers, P. Bunton e ainda John Pfeiffer (The Human Brain).
Uma mulher, diante de uma mensagem onírica diurna, interrompe seus afazeres domésticos, chama um táxi e vai encontrar o filho caído quase morto ao lado da moto. “O paranormal é o normal que ainda não compreendemos!
Podem os Espíritos comunicar-se, estando completamente despertos os corpos?
“O Espírito não se acha encerrado no corpo como numa caixa; irradia por todos os lados. Segue-se que pode comunicar-se com outros Espíritos, mesmo em estado de vigília, se bem que mais dificilmente.” (Livro dos Espíritos, questão 420.)
O fenômeno a que se dá a designação de dupla vista tem alguma relação com o sonho e o sonambulismo?
“Tudo isso é uma só coisa. O que se chama dupla vista é ainda resultado da libertação do Espírito, sem que o corpo seja adormecido. A dupla vista ou segunda vista é a vista da alma.” (Livro dos Espíritos, questão 447.)
Qual a visão espírita desses fenômenos?

· Sonhos fisiológicos - por influência orgânica vive-se situações alucinatórias.
· Sonhos pantomnésicos - recordações do passado.
· Sonhos premonitórios - apreensão do futuro, sonho profético.
· Sonhos espirituais - vivência no plano espiritual.

Freud não poderia explicar o sonho profético como realização de um desejo recalcado no inconsciente.
Como podemos julgar da liberdade do Espírito durante o sono?
“Pelos sonhos. Quando o corpo repousa, acredita-o, tem o Espírito mais faculdades do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o futuro. (Livro dos Espíritos, questão 402.)
“A árvore trará novas sementes, das quais germinarão novas árvores. Todas estavam escondidas na primeira semente,” (Discurso de Metafísica, Leibniz (1686))
Lincoln viu, em sonho, cenas de seu próprio velório, uma semana antes de ser assassinado, relatando-o ao amigo Ward Lamon, que escreveu o episódio em seu diário.
É um monumental determinismo o conhecimento antecipado do futuro! É possível modificar o “Carma”? Existem as coisas futuras ou elas se encontram no NADA, e ainda não existem? O sonho profético é contrário ao livre arbítrio?


É possível prever acontecimentos derivados do presente. No entanto, como prever os que não guardam nenhuma relação com esse estado presente? Como explicar os que são atribuídos ao acaso?
Nostradamus previu a decapitação do Duque e deu o nome do carrasco, que foi escolhido “ao acaso”, na hora. Isto 66 anos após a morte do médico francês (1503-1566). O cálculo matemático da probabilidade desta predição estaria na proporção de um para cinco milhões contra o acaso.
Estando desprendido da matéria e atuando como Espírito, sabe o Espírito encarnado qual será a época de sua morte?
“Acontece pressenti-la. Também sucede ter plena consciência dessa época, o que dá lugar a que, em estado de vigília, tenha a intuição do fato. Por isso é que algumas pessoas prevêem com grande exatidão a data em que virão a morrer.” (Livro dos Espíritos, questão 411.)
Mas, como entender este sonho que fala do futuro. Como explicá-lo? Allan Kardec, no Livro “A Gênese” discute o assunto na “Teoria da Presciência”.

Créditos: Luz Espírita

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Pergunta: Espíritos Podem Mover Objetos?

Estamos inaugurando uma seção do nosso blog destinada a "Perguntas e Respostas". Diferente da parte de Explicações, na qual pegamos um tema próprio do Espiritismo de nossa escolha e explicamos ele para o público, nesta seção as perguntas vêm de leitores do blog com "dúvidas" e nos esforçamos ao máximo para respondê-las.

Nosso irmão Flávio Cella, nos enviou por email um relato pessoal com a seguinte pergunta:
"Espíritos podem mover, esconder, objetos?"

Para responder essa pergunta devemos rever os conceitos do "fluido universal":

O fluído universal não é uma emanação da Divindade. É uma criação, pois tudo foi criado, exceto Deus.

O fluído universal é o próprio elemento universal, é o princípio elementar de todas as coisas. É o elemento do fluído elétrico, cujos efeitos conhecemos.

Para encontrar o fluído universal na sua simplicidade absoluta seria preciso remontar aos Espíritos puros. No nosso mundo ele está sempre mais ou menos modificado, para formar a matéria compacta que nos rodeia. Podemos chamá-lo de fluído magnético animal.

O fluído universal não é a fonte da vida nem é a fonte da inteligência; esse fluído só anima a matéria.

De certa maneira, sendo esse fluído que forma o perispírito, parece encontrar-se nele uma espécie de condensação que o aproxima da matéria propriamente dita, porque ele não possui todas as propriedades da matéria e a sua condensação é maior ou menor, segundo a natureza dos mundos.

Um Espírito pode mover um corpo sólido, combinando uma porção do fluído universal com o fluído que se desprende do médium apropriado a esses efeitos .


Para se ter uma idéia aproximada de como os Espíritos erguem uma mesa, podemos dizer o seguinte: Quando uma mesa se move é porque o Espírito evocado tirou do fluído universal que anima essa mesa de uma vida artificial. Assim preparada, o Espírito a trai e a movimenta, sob a influência do seu próprio fluído, emitido pela sua vontade. Quando a massa que deseja mover é muito pesada para ele, pede a ajuda de outros Espíritos da sua mesma condição. Por sua natureza etérea, o Espírito propriamente dito não pode agir sobre a matéria grosseira sem intermediário, ou seja, sem o liame que o liga à matéria. Esse liame, que chamamos perispírito, é o que oferece a chave de todos os fenômenos espíritas materiais.

Os Espíritos que são chamados para ajudar um outro a provocar este tipo de efeito quase sempre são seus iguais e acodem espontaneamente.

Os Espíritos que produzem esses efeitos são sempre inferiores, ainda não suficientemente livres das influências materiais.

Os Espíritos superiores possuem a força moral, e poderiam se o quisessem provocar estes efeitos, contudo quando necessitam, se servem dos Espíritos inferiores como nós de carregadores para determinadas tarefas.


A densidade do perispírito, se assim se pode dizer, varia de acordo com a natureza dos mundos. Parece variar também no mesmo mundo, segundo os indivíduos. Nos Espíritos moralmente adiantados ele é mais sutil e se aproxima do perispírito da entidades elevadas; nos Espíritos inferiores aproxima-se da matéria e é isso que determina a persistência das ilusões da vida terrena nas entidades de baixa categoria, que pensam e agem como se ainda estivessem na vida física, tendo os mesmos desejos e quase poderíamos dizer a mesma sensualidade. Essa densidade maior do perispírito, estabelecendo maior afinidade com a matéria, torna os Espíritos inferiores mais aptos para as manifestações físicas. É por essa mesma razão que o homem refinado, habituado aos trabalhos intelectuais, de corpo frágil e delicado, não pode erguer pesados fardos como um carregador. A matéria de seu corpo é de alguma maneira menos compacta, os órgãos são menos intenso. O perispírito é para o Espírito o que o corpo é para o homem. Sua densidade está na razão da inferioridade do Espírito. Essa densidade, portanto, substituí nele a força muscular, dando-lhe maior poder sobre os fluídos necessários às manifestações do que o possuem os de natureza mais etérea.. Se um Espírito elevado quer produzir esses efeitos, faz o que fazem entre nós os homens refinados: incumbe disso um Espírito carregador.

O principio vital provêm do fluído universal. O Espírito tira desse fluído o envoltório semimaterial do seu perispírito, e é por meio desse fluído que ele age sobre a matéria inerte, ou melhor, ele anima a matéria de uma vida factícia, artificial: a matéria se impregna de vida animal. A mesa que se move sob as nossas mãos vive como animal e obedece por si mesma ao ser inteligente. Não é o Espírito que a empurra como se fosse um fardo. Quando ela se eleva, não é o Espírito que a ergue com os braços: é a mesa animada que obedece à impulsão dada pelo Espírito.

Essa resposta nos encontramos no site "A Era do Espírito". Se quiser entender mais sobre o assunto veja a matéria na íntegra no site clicando aqui

sábado, 6 de novembro de 2010

As Cartas Psicografadas por Chico Xavier


A matéria de hoje é sobre um filme documentário que está prestes a lançar e muitos não sabem. As cartas psicografadas por Chico Xavier é um filme de conversas e silêncio. Mães e pais que perderam filhos, procuraram Chico, receberam cartas. Sentimentos, lembranças, imagens da falta de alguém. A procura por alento para a dor sem nome. As palavras chegam em papel manuscrito. As cartas são lidas. Sobreviver a isso, viver ainda assim. As cartas são os elos entre mães e filhos, entre Chico e essas mães e seus filhos, entre o público e o filme.


Confira mais a respeito do filme neste link aqui.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

"Irmãos em Perigo"


"Os que pretendem transformar o próximo, de um dia para outro a golpes verbais.

Os que descobrem pareceres inteligentes e bons conselhos para todas as pessoas, distraídos dos problemas que lhes são próprios.

Os que colocam a mente em outro mundo, a maneira absoluta, sem atender aos deveres do mundo em que respiram.

Os que permanecem incessantemente preocupados em se defenderem.

Os que reconhecem a grandeza das verdades divinas, mas jamais dispõem de tempo para cultivá-la, em favor da própria iluminação.

Os que adiam indefinidamente para amanhã o serviço da compreensão e do amor ao próximo.

Os que se sentem senhores exclusivos de todos os trabalhos no campo da caridade, sem distribuir oportunidades de serviço aos outros.

Os que declaram perdoar a ofensa, mas que nunca conseguem esquecer o mal.

Os que encontram ensejo de se entediarem da vida."

André Luiz
Livro Agenda Cristã
Psicografado por Francisco Cândido Xavier
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